Exame de Candidíase por PCR | Identificação de 7 Espécies de Candida | Coleta em São Paulo
A candidíase vulvovaginal (CVV) é uma das queixas ginecológicas mais frequentes — e uma das mais mal resolvidas. Boa parte dos tratamentos é iniciada sem que se saiba qual espécie de Candida está causando o quadro. Quando o caso volta, é comum que a causa seja essa. Este exame responde exatamente a essa pergunta, por PCR. Por que a espécie importa A Candida albicans responde bem aos antifúngicos azólicos de primeira linha. Outras espécies, não. C. glabrata e C. krusei apresentam sensibilidade reduzida ao fluconazol, e é justamente por isso que um tratamento empírico pode falhar de forma repetida em quem não tem albicans. Identificar a espécie muda a conduta — e é informação que a cultura convencional nem sempre entrega com a mesma rapidez ou precisão. As 7 espécies detectadas Candida albicans Candida dubliniensis Candida glabrata Candida krusei Candida lusitaniae Candida parapsilosis Candida tropicalis São os principais agentes responsáveis pela candidíase vulvovaginal. A Candida é uma levedura oportunista: habita a mucosa vaginal de forma silenciosa e só se torna patogênica em determinadas condições do organismo. Quando faz sentido Candidíase de repetição — quadros que voltam apesar do tratamento Falha terapêutica com antifúngico de primeira linha Corrimento, coceira ou ardência sem causa definida Painel de IST negativo e sintomas persistentes — os painéis de IST não cobrem fungos Antes de iniciar tratamento, quando o médico quer dirigir a escolha do antifúngico Como funciona Coleta presencial na unidade Vinci Lab, no Higienópolis Medical Center, em São Paulo. Não há necessidade de jejum. A análise é feita por PCR, técnica de biologia molecular que identifica o DNA do agente diretamente na amostra. O laudo é entregue com interpretação médica da Vinci Lab. Ficha técnica Método: PCR (biologia molecular) Material: secreção vaginal Coleta: presencial, São Paulo Jejum: não é necessário Espécies detectadas: 7 (albicans, dubliniensis, glabrata, krusei, lusitaniae, parapsilosis, tropicalis) Prazo estimado: 8 dias úteis Laudo: com interpretação médica Perguntas frequentes Qual a diferença para o Painel IST? Os painéis de IST detectam bactérias, protozoários e vírus — clamídia, gonorreia, micoplasma, tricomonas e outros. Nenhum deles cobre fungos. É por isso que uma mulher com corrimento pode receber um painel IST todo negativo e continuar sem resposta: a causa pode ser Candida, que só este exame identifica. E a diferença para o Microbioma Vaginal? São perguntas diferentes. Este exame responde "qual espécie de Candida está presente" — informação direta para escolher o antifúngico. O Microbioma Vaginal mapeia o ecossistema inteiro da flora íntima por sequenciamento, incluindo lactobacilos e bactérias associadas à vaginose. Se o objetivo é resolver uma candidíase específica, este exame é o indicado. Se é entender por que o desequilíbrio se instala repetidamente, o microbioma dá o quadro completo. Preciso de pedido médico? Não. O exame pode ser adquirido diretamente no site e o laudo é entregue com interpretação médica. Posso fazer durante o tratamento? O uso recente de antifúngico pode interferir na detecção. Converse com a nossa equipe antes da compra para definir o melhor momento da coleta. Um resultado negativo descarta candidíase? O exame cobre as sete espécies mais frequentes na candidíase vulvovaginal. Um resultado negativo torna esse diagnóstico improvável, mas a interpretação depende do quadro clínico e da avaliação médica. Posso fazer fora de São Paulo? A coleta é presencial na nossa unidade. Fale com a nossa equipe para avaliar alternativas na sua cidade. Exame laboratorial. O resultado deve ser interpretado em conjunto com a avaliação clínica.
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